sexta-feira, 28 de março de 2014

Primeiras considerações entre a psicologia e as gambiarras

Na vida, em tudo que podemos compreender na vida, em seu constante movimento, em sua meta estabilidade, em suas altas e baixas, em seus largos e rasos, em suas latitudes e envergaduras, uma coisas nos é certa - AS COISAS MAIS IMPORTANTES DA VIDA NÃO SÃO COISAS.
Assim e agora, pensando a vida como uma obra inacabada, um acontecimento entre outros acontecimentos, nada pronto, nada certo, nada errado, tudo errante e tudo nada, onde pouco se escolhe ou decidimos enquanto indivíduos, enquanto pessoas, enquanto multidão, vida vibrátil, vida-rio, vida-vento, vida fumegante, momento e ciclo, instante e eternidade, profana e divina, aqui e agora - seria SIM a vida gostosa e divertida que queremos e afirmamos.


Com a experiência da redução de danos, na saúde pública, tivemos um aprendizado importante que serve-nos de teoria pra além do específico, levamo-nos pra vida, que entre o IDEAL (vida que idealizamos) e o REAL (vida vivida como realidade) temos os POSSÍVEIS (intencionalmente no plural, são as possibilidades de existir, de resistir - as possíveis rexistências). Entre o céu e a terra temos a criação, seja o que isso for, temos neste espaço do "entre" inúmeras possibilidades, podemos dizer até de infinidades, mas é de certo que entre o Zero e o Um, entre o Sim e o Não, entre Um e Outro há um intervalo de possibilidades, um espaço para o exercício da inventividade. Você tem um problema? Não, uma oportunidade para o exercício da inventividade.

provisória

Nesta linha de pensamento, pensando a vida como possibilidade, como provisória, quando soa como problema ou questão, soa aos ouvidos como dissonante, como chamando novidade, é neste ponto da linha que podemos entende-la como GAMBIARRA. A vida quando está problemática, quando sentimos nosso ser e nossos devires presos a limitações mortíferas, enclausuramentos

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